contato

A liberdade da solidão é a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós.(Khalil Gibran)



Whatsapp - (13) 98129 3515

O blog da Solange Lima Headline Animator

traduza este blog para o seu idioma

domingo, 26 de fevereiro de 2017

SIM, TAMANHO É DOCUMENTO

Qual o tamanho de nossa grandeza?


Gosto de pensar que quanto menor somos maiores ficamos. 
Vivemos em um mundo megalomaníaco, cheio de alter egos, insatisfações, frustrações, inveja, discórdia, exposições excessivas de uma felicidade cristalizada e um julgamento desenfreado, desmedido e hipócrita. 
Um professor meu costuma dizer que o ser humano é a experiência de Deus que não deu certo. Discordo, Deus fez o seu melhor, nos criou perfeitos, mas nos deu o livre arbítrio e isso nos tornou imperfeitos. 
Dentro de uma grandeza existe sempre um pequeno ego, que está ali só para sinalizar e garantir o respeito pelo amor próprio. Na grandeza não importa quem vence, importa lutar. É a grandeza que percebe o próximo apesar de si mesmo, e também é ela que distingue o pequeno do mesquinho.
Grandes atitudes, lugar de destaque, holofotes e condecorações não são sinônimos de grandeza. É como confundir pobreza, falta de instrução e cultura com humildade. Dentro da humildade pode haver riqueza, todos os tipos dela; bem como, cultura e o mais alto nível de instrução, de igual modo, o orgulho exacerbado e o ego inflado podem habitar na pobreza.
Feliz o homem que consegue ser pequeno independente de sua colocação social ou eclesiástica. Triste o homem que podendo ser grande escolhe ser exaltado. 
Aqueles a quem a sociedade amiúde classifica como grandes, são protagonistas de uma verdadeira hecatombe emocional. Verdadeiramente para notar um grande homem é preciso ser tão pequeno quanto ele.



Por Solange Lima 

e-mail: solangelimaproducoes@hotmail.com

WhatsApp (13) 98129 3515

domingo, 8 de janeiro de 2017

MUDANÇAS INESPERADAS

No lugar certo


De repente o inesperado acontece e tudo parece ficar fora do lugar. Quando a mudança é brusca e dolorida, deixa marcas. O natural é concluir que houve uma perda. Porém, parece clichê mas verdadeiramente nem sempre oque se perde é de fato uma perda.
Na maioria das vezes a mudança nos traz renovo, um renovo que não existiria se não nos tirassem algo. Tendemos a nos acostumar, nos apegar ao que nos traz conforto, ainda que esse conforto seja superficial ou danifique nossa alma. A auto sabotagem nos leva a um patamar onde tudo oque se vê são flores, os espinhos são até agradáveis. 
Quando aquilo ao que nos prendíamos muda-se, nos despedaçamos, caímos do auto de nossa zona de conforto sucateada e falsa para a nossa dura realidade. Somos oque somos, quem somos, temos oque temos e a vida nos esfrega na cara.
O mundo parece andar em câmera lenta, tudo fica cinza, as músicas se calam e os pássaros já não nos oferecem encanto. Diante de toda a aparente desgraça surge de dentro de nós uma pessoa forte que sempre esteve ali, sucumbida pela falsa sensação de perfeição aqui do lado de fora. Essa pessoa é aquela que vai nos levar ao refrigério e a convicção de que a mudança foi não apenas necessária mas providencial.
O velho traz o novo e o novo pode até vir em uma roupagem antiga, mas que nunca foi usado ou experimentado por você. Nesse começo de ano, onde fala-se muito em planos, projetos, renovação, refletir sobre oque você acha que perdeu é um ótimo exercício de conscientização, renovo e segurança em suas convicções, sua essência e sua auto estima.
Atente-se para o velho, nele pode estar todo o conforto que você busca. Nem sempre o velho é passado, é ruim, ele pode ser o complemento que lhe falta. Quem sabe você esteve ocupado demais para notá-lo. Novo ou velho, oque importa é que seja real e lhe permita ser quem você é de fato.



Por Solange Lima

Twitter - @solangelimablog
Face - solangelimalocutora
Whatsapp - (13) 981293515