Pular para o conteúdo principal

Oi! COMO VOCÊ ESTÁ?

TIC.. TAC... 
Esse é o som interno que soa dentro de nós quando perguntamos: Tudo bem?
O homem máquina da sociedade moderna usa essa pergunta como se estivesse batendo o relógio de ponto para começar o dia de serviço.
O termo "tempo é dinheiro", nunca foi tão real e usual como agora. 
Se alguém te disser: Oi, tudo bem? Limite-se a responder. "Sim". Alguém que faz essa pergunta, certamente tem dentro dele, um tic tac. Ele não tem tempo ou interesse de saber de fato está tudo bem.
Quando se tem interesse, empatia, a pergunta é colocada dessa forma: "Oi! Como você está?" 
Ouvir não significa estar ali parado, enquanto a outra pessoa usa seu ouvido como o muro das lamentações, e sua mente vai divagando acerca do que você tem pra fazer, em como se livrar o quanto antes daquela "conversa", em como responder ao que a pessoa está falando, em como seus problemas são bem maiores que os dela, etc.
Ouvir significa se colocar no lugar do outro e escutar cada palavra sem interromper, sem querer mostrar como você passou por uma experiência igual ou terrivelmente pior e superou, sem julgar, sem criticar, indagar, incomodar. Tudo o que você precisa é "ouvir"
Então, como você está hoje? Me conta aqui nos comentários.


Por Solange Lima
e-mail: solangelimaproducoes@hotmail.com
WhatsApp (13) 98129 3515

Comentários

Postagens mais lidas

QUEM PODE EXPLICAR?

Quem pode explicar por que o ser humano tende a se afeiçoar e desejar as pessoas que os tratam com indiferença, preterindo aquelas que oferecem amor, carinho e atenção? Por que conseguimos amar mais ao outro do que a nós mesmos? Por que somos capazes de perdoar o outro mas não a nós mesmos? Por que criticamos nossos pais mas repetimos os passos deles? Por que colhemos com uma rapidez incrível aquilo que plantamos de ruim e demoramos quase que uma vida inteira para colhermos nossas boas ações? Por que nos ressentimos com coisas que fazem contra nós, mas fazemos o mesmo com outros? Por que não conseguimos simplesmente respeitar o posicionamento do outro sem querer mudá-lo? Por que transformamos o que era pra ser suave, pleno e belo em dores e feridas profundas em nossos relacionamentos afetivos? Por que nascemos com uma essência e ao longo da vida somos obrigados a sucumbi-la se quisermos sobreviver a sociedade, ao sistema, a humanidade? Por que os mal feitores sempre se dão bem e os moc...

DIÁRIO DE BORDO

Sensação de nada, indo para lugar algum. Vontade de ligar o botão do dane-se. Desejo de colocar ponto final onde há anos tem uma vírgula. Expectativas que veem e vão. Castelos desmoronados e reerguidos incontáveis vezes. Viagens ao fundo do ego... tantas! Reflexões sobre o amor. Vontades que parecem o limite do mar. Crescem, se erguem, criam força, se exibem e quebram-se no fim da linha, recuam timidamente. Inveja da pessoa que dizem que sou. Medos disfarçados de inabilidade.  Compreensão saturada. Complexo de Pilatos. Se você sente-se assim as vezes, bem vindo ao mundo, a vida, a realidade. Nosso diário de bordo deveria mesmo ser escrito não apenas internamente, mas registrado de fato, como uma foto, mostrando o vai e vem, o sobe e desce emocional que define nossa personalidade. Quer saber quem és? Leia-se!  REFLEXÃO DO DIA: Achaste mel? come só o que te basta; para que porventura não te fartes dele, e o venhas a vomitar.  (Provérbios 25:16) -  http://www.bibliaon...