Pular para o conteúdo principal

SENTIMENTO - CADA UM COM O SEU


Sentimento é pessoal e intransferível. É particular, muitas vezes irracional, outras vezes equivocado.
Sentimento não escolhe forma, tamanho, local, ocasião, razão. Ele apenas existe. Mais intenso, menos intenso, controlável, incontrolável, depende de quem o sente.
A forma como alguém demonstra um sentimento está totalmente relacionada com a forma como ela se coloca diante da sociedade, do mundo. 
Tem a ver com seus medos, suas inseguranças, moletas, portos seguros, ego, egoísmo, superficialidade, profundidade, dificuldades de lidar com o inesperado, com a exposição, a incompreensão. 
Há infintos motivos e razões para as pessoas demonstrarem de formas diferentes os seus sentimentos, seja este relacionado a amores, amizades, perdas, ganhos, emoções.
Por tanto, ao vir uma pessoa que perdeu um ente querido por exemplo, agir de forma aparentemente indiferente, não julgue. Não conclua que esta pessoa não sentiu a perda, ou pouco se importou. 
Não coloque prazo. Nem todo mundo fica anos a fio sofrendo, em luto, ou lamentando a perda de alguém que amava. Da mesma forma, aquele que leva mais tempo para seguir adiante sem sofrimento, não deve ser julgado ou comparado com quem quer que seja. 
Sentimento é único, pessoal, intransferível e sem prazo de validade.
Então, se o seu mundo é colorido dias após perder alguém que você amava, ou se ao contrário, sua vida permanece em preto e branco há anos por uma perda significativa, apenas viva a sua vida, não se compare, não compare os outros, não meça emoções, não pese sentimentos. 
O fiel da balança não tem como desenvolver este papel, não cabe, não é justo, não é digno e é imoral.
A velha máxima aplica-se aqui: A vida é dada para cada um cuidar da sua.
Que seu coração só comporte bons sentimentos e todas as saudades que ele sinta não o machuque, não o aprisione. Paz e leveza é oque desejo para os seus sentimentos, suas saudades, suas emoções. Não se cobre, não se julgue, não se compare. Só ame, viva, sinta!


Por Solange Lima - Famosa quem(?) 
e-mail: solangelimaproducoes@hotmail.com 
WhatsApp (13) 98129 3515

Comentários

Postar um comentário

Obrigada por seu comentário!
solangelimaproducoes@hotmail.com

Postagens mais lidas

VOCÊ É LÂMPADA OU VELA?

Qual a fonte de sua luz? Ser vela é poético e altruísta.  Tem luz própria e sua luz é compartilhada de forma a clarear quantos ambientes forem possíveis. Doa-se em favor do outro. Porém, desgasta-se no processo, se consome até que não reste mais nada, nenhum facho de luz.  A fonte é própria e finita, não há onde recarregar.  Ser lâmpada é iluminar sem se desgastar.  É ser luz buscando energia em outra fonte.  A fonte é Jesus , a luz do mundo .   A lâmpada se ilumina e leva a luz para os outros. Pode iluminar quantas pessoas e ambientes forem preciso, não há desgaste pois tem onde recarregar.  Tal qual a vela, a lâmpada é altruísta e doa-se em favor do outro, mas tem consciência que não é capaz de ser sua própria fonte de energia, que não consegue iluminar o mundo sem se desgastar.  Reconhece sua limitação e busca se alimentar antes de alimentar o outro. Você é vela ou lâmpada?  Você ilumina ou clareia?  ...

TUDO BEM?

Quando está TUDO bem mesmo? Por natureza somos insatisfeitos, então, nunca estará tudo bem. Mas, se eu passo por dificuldades de toda natureza, se levo algumas rasteiras da vida e sinto-me sobrecarrega, meu fardo parece mais pesado do que dos outros, minhas forças parecem que vão acabar e ainda assim eu estou de pé, então está tudo bem. Há momentos na vida em que realmente achamos que não há mais saída, nos sufocamos em nossas angústias, enfraquecemos diante do medo e agimos impulsivamente em busca de soluções rápidas.  Queremos sair daquele estado de espírito o quanto antes, fechar aquele ciclo e começar outro, mas o tempo é nosso dono. A solidão em regra geral é a mais fiel companheira nesses momentos. É quando nos damos conta de que temos uma lista de amigos e parentes, mas estamos sós. Ainda que muitos enxuguem nossas lágrimas e sintam nossa dor, somos nós que a viveremos de fato. O choque de realidade é sempre muito assustador. E a nossa primeira tend...