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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

ESCOLHAS

Fazer a escolha certa exige um tanto de sabedoria, paciência, sinceridade consigo mesmo, fé, esperança, determinação, coragem, amor próprio, sensibilidade, destreza, garra, força, confiança, inteligência... 
Poderia ficar aqui fazendo um lista infindável. 
A verdade é que não é nada fácil fazer escolhas. 
Temos a tendência de escolhermos o mais fácil, ou menos dolorido, ou o que vai nos trazer satisfação a curto prazo, o que nos enche os olhos ou o ouvido ou mesmo o coração. 
Na hora de fazermos escolhas precisamos ser 100%¨racionais. 
Há tanto o que se ponderar, colocar na balança, tantos prós e contras para serem analisados. Isso sem dizer que muitas vezes(na maioria das vezes) temos que escolher aquilo que não queremos escolher mas é a coisa certa a fazer. 
Ocorre que muitas vezes somos inconsequentes, ou mesmo ingênuos, oportunistas, insensíveis ou sensíveis de mais e optamos pela escolha mais conveniente porem não a mais correta e justa e então, sofremos consequências. 
Toda a ação sofre uma reação, é um princípio bíblico a lei da semeadura, quem planta colhe exatamente aquilo que plantou.  
Então, quando nos deparamos frente a dois caminhos distintos encontramos grandes dificuldades em fazer nossa escolha. 
Por vezes escolhemos o caminho mais fácil ou com mais atrativos. 
Se fizermos a escolha certa, colheremos bons resultados e aí atribuímos a nós mesmos o mérito de tão sábia escolha, porém quando damos vasão a nosso coração ou a nossos olhos que se encantam com as aparentes belezas e facilidades do caminho errado, costumamos atribuir à Deus o resultado de nossa escolha. 
Nos questionamos do por que Dele ter nos dado o livre arbítrio se não "podemos" escolher o que desejamos sem passar por consequências doloridas.
Acontece que Deus nos deixou livres para fazermos nossas escolhas e seja ela qual for, sempre sofreremos as consequências positivas ou negativas. 

Um comentário:

  1. Solange querida nós somos muito bons para escolher aos demais. Sempre sabemos o que é melhor para outros, porem, quando as escolhas são para nossa vida, tudo se faz mais dificil.
    Antigamente o destino das pessoas era seguir o caminho dos pais, ficar preso à educação ou à falta dela, aos valores e aos limites da visão de mundo que nos era transmitido.
    Se damos uma olhada ao passado Solange, veremos que todos aqueles que conseguiram ultrapassar as barreiras sociais, culturais ou morais das suas origens fizeram história, marcaram suas épocas.
    Nos dias atuais as ferramentas para você optar por escolhas diferentes daquelas que seus pais fizeram estão aí: autoconhecimento, estudo, viagens, livros, internet...
    Woody Allen disse uma vez: "Somos a soma das nossas escolhas". E em parte concordo com ele, pois todos os dias e a cada instante temos que tomar decisões e somos o resultado de cada uma delas.
    Muitas vezes, é fácil adivinhar as pequenas decisões que uma pessoa fez na vida só de olhar pra ela. Está tudo lá Solange, estampado em uma cara cansada ou animada, no corpo acima do peso ou em forma, nas marcas da pele. Você logo percebe decisões como fumar ou não, se cuidar ou não, viver pra trabalhar ou trabalhar pra viver.
    O grande problema da escolha é quando reconhecemos a sua importância para o nosso destino e ela passa a ter um peso enorme na nossa vida, e aí empacamos na decisão.
    Solange, entendo que se estamos diante de um impasse é por que há coisas boas e também ruins nas duas escolhas, aliás permita-me dizer, como em tudo nesta vida.
    Optar por uma delas é não só ficar com seu lado negativo, mas também perder o lado positivo da outra opção.
    Quem escolhe a torta de maçã de sobremesa fica sem provar a mousse de chocolate. Pra não se privar do sabor de nenhuma delas, tem gente que fica olhando o cardápio por horas, protelando o quanto pode a decisão. Todos conhecemos alguém assim Solange? Se é que não somos nós mesmos.
    Empurrar decisões com a barriga nada mais é do que adiar perdas. Quem não quer perder nada fica preso à indecisão. Creio Solange que saber escolher não é somene saber ganhar, senão que também saber perder.
    Nossa vida é feita de escolhas: Ficar solteiro ou casar? Separar-se e enfrentar o medo da solidão ou continuar em uma relação infeliz? Abrir uma empresa ou ir morar nos EUA? Engenharia ou Radialista? Santos ou Nova York? Amor ou prazer?
    Nossas escolhas só começam a ficar mais fáceis quando nos conhecemos mais a fundo, quando descobrimos coisas que só chegam com a maturidade, depois de muito trabalho pesado no escritório do autoconhecimento. Só quem se conhece de verdade consegue identificar as perdas que pode suportar ou aquelas com as quais seria impossível viver.
    Por isso que é tão importante ler, intercambiar idéias, conhecer pessoas, lugares, cultivar amizades, se libertar dos preconceitos.
    Solange, creio que mudar de escolhas também pode ser um sinal de amadurecimento. A profissão que escolhi com 18 anos pode não ser a que me traz realização. Poderei mudar com 30? Onde está escrito que não? Se eu jogo tudo pro alto e vou morar no exterior, o que me impede de voltar daqui a alguns anos, cheio de experiências, construir uma casa na minha cidade e nunca mais sair de lá?
    Querida, creio que nossa evolução está em ir além dos limites que nos formaram.
    Família, escola, educação são fundamentais como alicerce. Já as paredes, os acabamentos, o telhado e, principalmente, a direção das janelas são nossas escolhas.
    E termino Solange, dizendo que não escolher, também é uma escolha.
    Me desculpe pelo longo comentario, mas este tema me encanta.
    Gracias y Beijos.
    Felicitaciones.

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